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Manta das Temperaturas - VIII

E está terminada, a Manta das temperaturas 2017!

Apesar de não a ter feito todos os dias (tomava nota das temperaturas durante a semana e ao Domingo ao serão fazia essa semana completa), tornou-se de tal forma um ritual, que as noites de Domingo já nem são a mesma coisa.

Aqui está ela, em todo o seu esplendor (incluindo a fiscal que monitorizou de muito perto todo o processo de crochetagem).

Abaixo, fotos de duas zonas distintas da manta. Na primeira a transição de Março para Abril, aqueles dias quentinhos a mais que vieram pela Primavera.
Na segunda foto, a louca e súbita transição das temperaturas entre Novembro e Dezembro.
Pelo meio notam-se bem as temperaturas calamitosas que o Verão nos trouxe o ano passado...


Acabou por ficar um pouco mais comprida do que eu pretendia, e ao que parece, poderia ter ficado um pouco mais larga.
Como não gosto de deixar mantas sem rebordo, optei por acrescentar apenas uma carreira contrastante nos topos, mas nas laterais usei e abusei das voltinhas.

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Alguma sugestão?

Para já não existem projectos de agulhas planeados, por isso vou consumindo os eternos restinhos e dando vazão aos arquivados.
Para além da manta que está para já a absorver os restos,  a prioridade  serão alguns pequenos pendurados que dormem por aqui.
Entretanto andei a pescar também os restinhos de linha de algodão.
E agora pergunto: o que faço com os restos de linha? Sugestões?
Entretanto, nasceu uma mini-alcofa...
Acreditem, é mesmo mini.

Vai crescendo

Já por diversas vezes assumi: tenho um vício por mantas de lã. Existe nome para isso?
Não sei se já mostrei por aqui, a manta que-se-vai-fazendo no ponto Apache Tears.
Fiquei viciada neste ponto desde que iniciei a Manta das Temperaturas.
A manta vai crescendo ao ritmo das sobras de outros trabalhos, por isso não há esquema de cor. Só uma enorme trapalhada.

Manta das temperaturas - VII

Afinal, parece que chegámos ao cinza...

Manta das temperaturas VI

Com o atraso do frio e da chuva, quase não nos apercebemos da chegada do final de mais um ano.
Este mês de Novembro, tenho variação de temperaturas entre os 18 e os 21 graus, o que me abrange duas cores, uma delas a escolhida para as temperaturas entre os 21 e os 25 graus.
Algo me diz que não volto a ter na manta nem mais uma voltinha de cinza...

Stop às derrapagens!

Lembram-se de certas meias tricotadas há pouco tempo?

Pois andava com ideias de fazer algo na sola, para evitar as derrapagens, quando encontrei à venda, umas canetas que me prometiam desenhos em 3D em tecidos.

Tecido... lã... é tudo o mesmo!
Vai daí, puxei dos meus "dotes" (não-)artísticos e desenhei as flores mais pirosas que consegui. Ficam rente ao chão, por isso o estrago não seria visível...
De referir que só após terminar a pintura, me dei conta de que as flores laterais ficaram na parte interior do pé e não na exterior, que apenas por acaso (apenas mesmo...) é precisamente o ponto de apoio do pé no chão, visto que não tenho "pé-chato"... Mais uma vez: fica rente ao chão, certo?

Diziam as instruções que 6 ((seis) VI) horas após pintar, se deveriam levar ao forno durante 20 minutos, para criar o aspecto 3D.
Cinquenta e sete horas depois de pintar ((57) LVII), e já arrefecidas após saírem do forno, era este o aspecto das flores.
É 3D suficiente para vocês?
Ten…

Adeus, agulha número 2

Bom... É o que acontece quando se crocheta com grande convicção.